Depois de tanto tempo sem postar nada...finalmente vou poder retornar ao blog, contando mais desatinos de uma pessoa bem-humorada, a tia Ná.
Passando o final de semana em Peruíbe, eis que tia Ná relata um fato hilário acontecido com seu filho e uma sua amiga, lá na Paraíba. Estavam os tres no supermercado e o carrinho que a amiga (vamos chamá-la Bea) empurrava, estava emperrando, andava um pedaço e logo emperrava novamente. O filho de Tia Ná percebeu que havia alguma coisa prendendo uma das rodas, talvez um pedaço de plástico ou fio e avisa a Bea, dizendo: Bea, tá amarrado!!!
Ao que Bea, uma cristã evangélica neo-pentecostal, acreditando que ele estava se referindo a alguma coisa espiritual, respondia _ "em nome de Jesus". Ele novamente avisa: - Bea, tá amarrado (e apontava o carrinho)... e ela: - "em nome de Jesus"... Foi só então que ele teve uma crise de riso, segurou o carrinho e mostrou a roda emperrada pra ela...
Foi hilário, até hoje rimos dessa passagem.
bjs
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
conversa animada
Esse fato não aconteceu com a tia Ná... afinal, não é sempre que as coisas mais hilárias acontecem com ela...tem também outros membros da família que de vez em quando "aprontam" alguma...
O ocorrido foi com uma das irmãs da tia Ná. Como sempre não falaremos em nomes - de pessoas, nem de locais. Pelo óbvio. Mas vamos aos fatos. A família resolveu visitar uns parentes no interior, que não viam há muitos anos. A alegria era grande, tudo corria às mil maravilhas... à tardinha, após o cafezinho com biscoitos de nata, as visitantes e os visitados foram se acomodando onde melhor lhes parecia. Os mais velhos na sala de estar, uma prima ficou lendo alguma coisa na biblioteca, outra preferiu a espreguiçadeira da varanda, a olhar a rua...e uma das irmãs de tia Ná ficou conversando com sua prima, dona da casa. Tudo normal, não fosse a tal prima uma pessoa extremamente calma, de fala mansa, voz baixa...e com a eterna mania de reclamar de suas doenças - verdadeiras ou imaginárias. E a irmã de tia Ná começou a sentir sono...bocejava e derramava lágrimas sonolentas...e a prima falando...falando...até que não deu mais: ela "cabeceou" e só não infartou ali de susto, porque o coração é forte...havia dormido, literalmente dormido...O susto foi tão grande quando sua cabeça "caiu" - e quase que ela toda, claro...que despertou imediatamente. E se deu conta que a prima ainda continuava falando, falando...sem perceber oque havia acontecido. Ainda bem que as duas estavam sós na saleta, senão ...
O ocorrido foi com uma das irmãs da tia Ná. Como sempre não falaremos em nomes - de pessoas, nem de locais. Pelo óbvio. Mas vamos aos fatos. A família resolveu visitar uns parentes no interior, que não viam há muitos anos. A alegria era grande, tudo corria às mil maravilhas... à tardinha, após o cafezinho com biscoitos de nata, as visitantes e os visitados foram se acomodando onde melhor lhes parecia. Os mais velhos na sala de estar, uma prima ficou lendo alguma coisa na biblioteca, outra preferiu a espreguiçadeira da varanda, a olhar a rua...e uma das irmãs de tia Ná ficou conversando com sua prima, dona da casa. Tudo normal, não fosse a tal prima uma pessoa extremamente calma, de fala mansa, voz baixa...e com a eterna mania de reclamar de suas doenças - verdadeiras ou imaginárias. E a irmã de tia Ná começou a sentir sono...bocejava e derramava lágrimas sonolentas...e a prima falando...falando...até que não deu mais: ela "cabeceou" e só não infartou ali de susto, porque o coração é forte...havia dormido, literalmente dormido...O susto foi tão grande quando sua cabeça "caiu" - e quase que ela toda, claro...que despertou imediatamente. E se deu conta que a prima ainda continuava falando, falando...sem perceber oque havia acontecido. Ainda bem que as duas estavam sós na saleta, senão ...
sábado, 20 de junho de 2009
o sofá....
Esse "causo" aconteceu exatamento hoje, data da publicação do post. Semana passada Tia Ná acompanhou uma de suas irmãs até S. Vicente, para comprar alguns móveis para o novo apartamento de veraneio. Hoje foram ver como anda a reforma e verificar os móveis que haviam sido entregues, entre eles um lindo jogo estofado...grande, super confortável. Tudo estava devidamente embalado, sendo assim, resolveram desembrulhar um dos sofás pra ver se estava tudo de acordo. Perceberam então que faltavam as almofadas do encosto. Se entreolharam e resolveram verificar no sofá maior... e o problema também se apresentava. E olham de um lado, de outro, tantam levantar as almofadas do assento pra ver se havia alguma coisa embaixo... nada. Os dois sofás se apresentavam do mesmíssimo jeito: os braços, o assento... e um vão logo após o assento. Nem encosto, nem almofadas. Um grande problema, já que os móveis foram pagos à vista e haviam sido entregues ha vários dias. Tia Ná e sua irmã foram até a loja reclamar do ocorrido... c omo poderiam ter feito uma coisa dessas? Paga-se tão caro para se ter móveis de boa qualidade e eis que descuidadamente entregam as peças faltando pedaços. Na loja foram logo reconhecidas pelo vendedor que as atendeu no dia da compra. Ao ser informado do "problema" o homem ficou desconfiado...não era possível oque elas diziam, mas como elas insistiam na explicação ele achou melhor encaminhar o caso à assistência tecnica. E lá vão as duas...a irmã da Tia Ná fala com o encarregado, delicadamente - nem ela acreditava que alguma loja pudesse entregar sofás faltando pedaço, mas enfim... protocolou a reclamação. Voltando pro apto, elas resolveram colocar os móveis dentro dos sacos plásticos novamente, mas como as peças eram muito pesadas, Tia Ná teve a ideia de colocar os dois sofás virados pra cima, "em pé" sobre um dos braços, pois facilitaria a colocação dos enormes sacos plásticos que os envolviam. Então... o susto: no fundo do sofá havia uma "coisa macia", grande... pareciam almofadas. Entreolharam-se, boquiabertas... oque era aquilo??? Nada mais, nada menos que o encosto do sofá com suas almofadas. Mico...agora é esperar pra ver o que o técnico vai dizer... e ficar imaginando o quanto vai rir da "bobeira" das duas irmãs...
Histórias de velório
Se tem uma coisa que tia Ná tem dificuldade é ir em velório sem ter uma crise de riso. Não por falta de respeito e sentimento para com os enlutados, nem por falta de educação...creio que seja mesmo a tensão, o nervosismo, o ambiente estressante que representa um velório. E se ela estiver acompanhada das duas irmãs, então, nem se fala... Sim, porque as suas irmãs são também como ela... e tem o "dom" de ter crise de risos em velórios.
Fato é que hoje elas relembravam uns desses momentos. O primeiro aconteceu por ocasião do falecimento de uma vizinha. No velório a consternação dos filhos da jovem mulher. Parentes e amigos tristes. Mas um amigo da falecida chegou e começou a falar alguma coisa sobre a mesma, alguns começaram a chorar alto, de maneira escandalosa... oque bastou para a irmã de tia Ná começar a rir. A princípio um riso desajeitado, que aos poucos foi se transformando num riso quase incontido. Tia Ná cutucou a irmã, que colocou as mãos no rosto, abaixou a cabeça e ria, ria, ria cada vez mais... Nesse momento uma parente da falecida viu a cena, pensou que a irmã de Tia Ná estivesse chorando convulsivamente e toda carinhosa se aproximou e começou a consolá-la. Não prestou. Tia Ná saiu correndo pra poder rir à vontade longe dos olhares dos presentes...e sua irmã desvencilhou-se da "consoladora" e foi atrás de Tia Ná...As duas deixaram o velório, chegaram no carro e só então deram vazão à gargalhada contida... choraram, sim, mas de tanto rir. Só voltaram àquele local no dia seguinte, na hora do sepultamento.
Outro fato aconteceu no momento do sepultamento do sogro da irmã de Tia Ná. Já no cemitério, acompanhavam o procedimento quando uma cunhada do falecido chegou, toda apressada, atrasada que estava, pois havia viajado e não pode chegar antes.
Tia Ná, sua irmã e uma sobrinha do falecido estavam paradas um pouco afastadas quando essa senhora chega e começa a chorar abraçada com a sobrinha e tentanto explicar o motivo de seu atraso: ela estava num "nique-pique"... sim, isso mesmo... ela insistia em dizer "nique-pique" ao invés de "pique-nique"...Preciso dizer mais? Tia Ná e sua irmã precisaram sair correndo dali e sair para longe de todos, de tanto que riam... não disseram uma palavra uma à outra, somente se entreolharam...choraram, sim... de tanto rir...
Até hoje, podendo, elas evitam estar juntas num velório... não presta, sempre acabam rindo.
Fato é que hoje elas relembravam uns desses momentos. O primeiro aconteceu por ocasião do falecimento de uma vizinha. No velório a consternação dos filhos da jovem mulher. Parentes e amigos tristes. Mas um amigo da falecida chegou e começou a falar alguma coisa sobre a mesma, alguns começaram a chorar alto, de maneira escandalosa... oque bastou para a irmã de tia Ná começar a rir. A princípio um riso desajeitado, que aos poucos foi se transformando num riso quase incontido. Tia Ná cutucou a irmã, que colocou as mãos no rosto, abaixou a cabeça e ria, ria, ria cada vez mais... Nesse momento uma parente da falecida viu a cena, pensou que a irmã de Tia Ná estivesse chorando convulsivamente e toda carinhosa se aproximou e começou a consolá-la. Não prestou. Tia Ná saiu correndo pra poder rir à vontade longe dos olhares dos presentes...e sua irmã desvencilhou-se da "consoladora" e foi atrás de Tia Ná...As duas deixaram o velório, chegaram no carro e só então deram vazão à gargalhada contida... choraram, sim, mas de tanto rir. Só voltaram àquele local no dia seguinte, na hora do sepultamento.
Outro fato aconteceu no momento do sepultamento do sogro da irmã de Tia Ná. Já no cemitério, acompanhavam o procedimento quando uma cunhada do falecido chegou, toda apressada, atrasada que estava, pois havia viajado e não pode chegar antes.
Tia Ná, sua irmã e uma sobrinha do falecido estavam paradas um pouco afastadas quando essa senhora chega e começa a chorar abraçada com a sobrinha e tentanto explicar o motivo de seu atraso: ela estava num "nique-pique"... sim, isso mesmo... ela insistia em dizer "nique-pique" ao invés de "pique-nique"...Preciso dizer mais? Tia Ná e sua irmã precisaram sair correndo dali e sair para longe de todos, de tanto que riam... não disseram uma palavra uma à outra, somente se entreolharam...choraram, sim... de tanto rir...
Até hoje, podendo, elas evitam estar juntas num velório... não presta, sempre acabam rindo.
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