Momentos hilários não acontecem somente quando tia Ná está por perto. Não!!! isso deve ser uma questão genética, pois a prima Nédina, uma criatura de excepcional bom humor, também "faz das suas".
Pra falar a verdade, a prima Nédina jamais aprendeu a dirigir... mas teve seu dia de glória dirigindo um carrão importado lá pelo interior do Estado. Domingo tranquilo, muito sol, calor que pedia sorvete. Domingo no interior é assim, jovens, adultos, crianças (em grande número), todos na praça que fica defronte a Igreja Matriz, jogando conversa fora, brincando, paqueras mil. Nédina gosta disso e por ser filha da terra, conhece e é conhecida de muita gente. Mas um dia... sem mais e nem menos chega uma visita pra Nédina: um amigo de infância que havia muito não aparecia na cidade. Estava gordo, cabelos já grisalhos, bem diferente do jovem franzino e de cabelos estúpidamente negros de outrora...Chegou à cidade assim sem mais e nem menos, sem aviso prévio e foi direto pra casa da Nédina, já que era também amigo da família. Conversa vai, conversa vem e resolveram sair pra tomar sorvete no centro. Foi então que o hilário aconteceu: o carro do amigo era importado e tinha a direção do lado direito, oque fez com que Nédina, sentada no banco do carona, passasse a impressão de estar dirigindo...Quando ela se deu conta do que estava acontecendo, que as pessoas olhavam admiradas e davam "tchauzinhos" cheios de surpresa, prima da tia Ná que é... logo aproveitou a situação e curtiu seu momento de "motorista"...até que não pode mais resistir e caiu numa tremenda gargalhada... ´
Até hoje ainda tem gente que se lembra do dia em que Nédina dirigiu...
É bem verdade o que dizem: "quem sai aos seus não degenera"... prima de tia Ná não poderia ser diferente!!
sábado, 17 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
história de velório II
Esse fato aconteceu com o irmão da tia Ná. Não é bem um caso de velório, pois aconteceu durante a saída deste, pro sepultamento. Ela não estava presente, ainda bem. Mas o fato foi: um amigo do irmão de tia Ná faleceu. Jovem ainda, pesava uns 180 a 200kg. O velório concorrido, pois este jovem era muito popular na região onde morava, além do mais era sindicalista, portanto muita gente estava alí presente para a despedida. Fechado o caixão, os amigos mais chegados se puseram a carregá-lo...e então, o inimaginável aconteceu: pelo peso excessivo do morto, o fundo do caixão começou a ceder num dos lados e o dito cujo começou a cair...O pânico se instalou, porque algumas pessoas começaram a gritar, outras a correr...e se não fosse a presteza dos que o conduziam, o pobre homem teria se estatelado no chão...
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